
ÁRVORE MORTA Foste tu, velha braúna A divisão da paisagem A gigantesca coluna Da Natureza selvagem Abrias tua ramagem Pelas tardes nevoentas As borrascas violentas

Meu pai é quem me contou que, quando era estudante em Crato, na década de 40, costumava circular pelas ruas da cidade um homem demente, dessas pessoas de juízo debilitado,

Depois de uma tempestade Sempre se tem esperança Que venha então, a bonança Que dissipe a maldade Trazendo assim, a verdade E a luz com brilho certeiro Que afaste o

Que nos perdoe o poeta Fernando Pessoa pelo comparativo em forma de uma paródia canhestra, para discorrer sobre poços tubulares, usados para obter água subterrânea. Nara Leão, Zé Keti e

Não, não estou citando Saint-Exupéry de forma errada. É verdade que me valho de uma de suas frases mais conhecidas para discordar da afirmação. Ao contrário de muitos que tiveram

Aceitei um certo desafio, provocado por uma citação que fiz no artigo anterior. Chamei a atenção das mães, dizendo que como são elas que, na maioria das vezes, são responsáveis

A vida passa lentamente E a gente vai tão de repente Tão de repente que não sente Saudades do que já passou. (Nelson Mota, 1981). Depois de 20 longos e

O que, nos princípios das eras, apenas simbolizava as trocas dos bens físicos passou a dominar o mundo. Pelo dinheiro pessoas matam e morrem. Vendem honras, dignidade, família; o crédito,

À exceção de alguns casos recalcitrantes ditados pelo exagero, os festejos do chamado tríduo junino chegaram ao final, com as homenagens que foram prestadas a São Pedro, entre os dias