Emerson Monteiro

Jornalista.

A porta

Por: Emerson Monteiro Era uma vez um mestre carpina de nome Pedro que vivia com sua família em pequena provação do interior sertanejo. Tirava o sustento das artes na madeira,

Tempos heroicos

Por: Emerson Monteiro A braços com o ser que se move no crivo do eterno, levas imensas deles seguram o tempo no espaço, largadas em vão, no entanto que voltam

As noites e os sonhos

Por:Emerson Monteiro Eles chegam sem prenúncio, há que se imaginar quais fossem, porém só depois das lembranças desmancharem no ar o pouco que seria dali guardado. De uma impetuosidade tamanha,

Animais do Paraíso

Por: Emerson Monteiro Garças, muitas garças, rinocerontes, cochonilhas, avoantes, sequência interminável de seres os mais diversos, transcritos em códigos, no princípio, depois feitos de peles, penas, carne, osso, medulas, que

Instantâneos

Por: Emerson Monteiro De longe, lá de dentro das distâncias, regressam recordações trazidas dalgum modo através de músicas, pessoas, pensamentos. Chegam assim ao seu jeito, vezes, fortes; doutras, só vislumbres

Qualquer quando

Por:Emerson Monteiro Sair de, ou entrar em cena, que diferença faria perante o furor das eternidades e dos momentos em profusão. Hábitos que sobrevivem a isso, numa perfeição por demais,

O princípio dos opostos

Por: Emersom Monteiro; Nem de longe haver-se-ia de avistar qual seja um sem o outro, dois complementos inevitáveis, tanto do Mal quanto do Bem, vez trazerem ambos em si a

Uma realidade imaginária

Por:Emerson Monteiro; Cada um que tenha a sua realidade. Cercados doutros seres, objetos e circunstâncias, criam em demasia previsões e plantam flores. Superpõem motivos e neles montam quais beduínos nesse

As árvores sentem saudade

Por: Emerson Monteiro; Tal os animais, imagino que as árvores também sentem saudade. Soberanas vezes a gente pode comprovar isto. Dos animais, ninguém duvida, basta criar e acompanhar algum tempo.

Cristina

Por:Emerson Monteiro; Fui vê-la duas vezes, na casa de uma prima onde residia em Crato, à Rua Getúlio Vargas. Da primeira vez, levava comigo encomenda do Padre Vieira, uma carta.