Emerson Monteiro

Jornalista.

As árvores sentem saudade

Por: Emerson Monteiro; Tal os animais, imagino que as árvores também sentem saudade. Soberanas vezes a gente pode comprovar isto. Dos animais, ninguém duvida, basta criar e acompanhar algum tempo.

Cristina

Por:Emerson Monteiro; Fui vê-la duas vezes, na casa de uma prima onde residia em Crato, à Rua Getúlio Vargas. Da primeira vez, levava comigo encomenda do Padre Vieira, uma carta.

Abstrações

Por: Emerson Monteiro; Uma irrealidade concreta; criações e palavras pela metade; versos soltos de um poema; ainda assim possíveis. As próprias ilusões têm forma. Entre dois vazios, o Tempo. Daí,

As entrelinhas do Destino

Por: Emerson Monteiro; Falas sem conta preenchem o teto das alturas. Lá desde longe aparecem os limites, no entanto. Quais olhos abertos dalgum ser, vemos circular, no verso das criaturas,

Mesmo que assim não seja

Por: Emerson Monteiro; Há que se viver dalgum jeito diante de tudo enquanto. Falam de portais, iluminação, lugares santos na alma, luas místicas, dias de paz…Resumem grosso modo as mil

Livros abertos

Por: Emerson Monteiro; Depois de algum tempo a claridade vem à tona e restam esquecidas as primeiras suposições do que seja essencial na cultura humana. Isso de gostar de ler,

Luar de verão

Por: Emerson Monteiro; Nisto de se ver assim a bem dizer observador assíduo de palavras e sentimentos nas superfícies escorregadias do Tempo. Observadores contumazes apenas fitam abismados as grandes navegações,

Almas Penadas

Por: Emerson Monteiro; Desde que me entendo de gente ouço contar dessas visagens que aparecem e somem mundo afora. Isso ainda lá no sítio donde venho, e de lá principalmente,

Cantar é com os pássaros

Por: Emerson Monteiro; Bom, diante de tudo que esteja escrito nalgum lugar, ser-se-á, sem sombras e dúvidas, as mesmas artimanhas do Destino em movimento. Face a face consigo só, eis

O que se passa no juízo deles

Por: Emerson Monteiro; De comum, aparecem do inesperado pela caligrafia das ruas e ilustram as páginas do tempo na maior desfaçatez. Mesmo porque de nada valeria explicar a razão de