Emerson Monteiro

Jornalista.

O vigor que as palavras têm

Por: Emerson Monteiro Enquanto, logo atrás, existem os protagonistas. São criaturas ainda em formação. Conhecem pouco de onde podem chegar. Carregam fardos enormes de palavras, pensamentos, sentimentos. Desmancham, ao menos

Sons do coração

Por:Emerson Monteiro Algo assim semelhante a ecos secos vindo lá de longe, das encostas dos destinos. Longos itinerários das distâncias a bem dizer infinitas. Minúsculos passos de aves em movimento

Carma e Destino

Por: Emerson Monteiro( In memorian) Estes dois temas vêm circulando nossos pensamentos, subindo na espiral das ideias, no meio de consoantes e vogais, quase a pedir para chegar ao papel,

Um consigo próprio

Hoje compartilhamos um dos últimos textos escritos por Emerson Monteiro, concluído no dia 11 deste mês. Publicá-lo agora é nossa forma de homenagear um escritor que fez da palavra um

Os artistas de rua

Por: Emerson Monteiro Eles são o povo. Nosso povo. Andam e se estabelecem no correr das cidades, espalhados que sejam ao vento da sorte vária. Vaquejam lá possíveis compradores, expectadores,

O despudor da informação atual

Por: Emerson Monteiro Tempos assim são outros. De tudo quanto é notícia algo corresponde só às versões dos interessados nelas. Um tal de espalhar qual quem junto, num afã de

O segredo das árvores

Por:Emerson Monteiro Lá em certo sonho, certa feita, encontrava no meio de uma floresta árvore diferente, de tronco aprofundado entre a casca, onde havia santuário de tempos outros. Entre ramagens

Formações da Natureza

Por:Emerson Monteiro Aparentemente mundos a parte. Setores os mais diversos e um tudo acontecendo sem parar. Largos panoramas em sequências por vezes inesperadas, no entanto. E se saber que logo

O silêncio dos filmes

Por: Emerson Monteiro Esse hábito de acompanhar as histórias cinematográficas me deixa, por vezes, a notar o quanto difícil ser um filme dotado doutras noções a não um de um

Uma fábula

Por: Emerson Monteiro Segundo o naturalista romano Plínio, o Velho (23-79 de nossa era), na sua obra História Natural, certa feita, um alforriado se vira a braços com sérias acusações