
Hoje compartilhamos um dos últimos textos escritos por Emerson Monteiro, concluído no dia 11 deste mês. Publicá-lo agora é nossa forma de homenagear um escritor que

Por: Bodão Ferreira; Eu fui menino do campo Passarinho sem gaiola Sem jeito, jogava bola Tirava do dedo um tampo Temia a luz do “relâmpo” Trovão me deixava aflito Do

Por: João Vicente Machado Sobrinho; Temos insistido com muita frequência na tese da necessidade de uma análise filosófica mais aprofundada dos fatos socioeconômicos e políticos do nosso cotidiano. É ao

Por: Antonio Couras; Hoje vou me valer do título do poema de Danusha Laméris para falar um pouco de um sentimento que muito tem me faltado nesses últimos tempos: a

Por: Neves Couras; Ao longo da minha jornada no estudo e pesquisas sobre o tema da espiritualidade e saúde, percebi que um dos temas que mais desperta emoções no público

Por:João Vicente Machado Sobrinho; Uma visita ao Jardim Botânico da Parahyba, 450 ha de mata atlântica encravada no perímetro urbano da cidade, nos fez recordar um poema de Oswaldo Montenegro

Temos um compromisso informal como os nossos leitores e internautas, que é o de disponibilizar neste espaço alguns subsídios filosóficos que se prestem à análise critica dos fatos cotidianos pelas
“Prefiro Morrer em Pé, do Que Morrer Ajoelhado”
JOAO VICENTE MACHADO 21 de junho de 2026 04:09
Como Não Te Amar? / Poema de Neves Couras. / Recitado por Maria Rita
JOAO VICENTE MACHADO 2 de janeiro de 2026 22:12