
Por: José Nunes Nas manhãs de sábado, quase sempre acontece, ao redor de mesas na Livraria do Luiz, na Galeria Poeta Augusto dos Anjos, conversa em

ÁRVORE MORTA Foste tu, velha braúna A divisão da paisagem A gigantesca coluna Da Natureza selvagem Abrias tua ramagem Pelas tardes nevoentas As borrascas violentas Nunca te causaram danos

Meu pai é quem me contou que, quando era estudante em Crato, na década de 40, costumava circular pelas ruas da cidade um homem demente, dessas pessoas de juízo debilitado,

Depois de uma tempestade Sempre se tem esperança Que venha então, a bonança Que dissipe a maldade Trazendo assim, a verdade E a luz com brilho certeiro Que afaste o

Fonte: Foto Internet A arborização urbana é um excelente instrumento para atenuar as temperaturas, principalmente em locais com clima mais árido. Isso por que as árvores, além de atenuar as

Que nos perdoe o poeta Fernando Pessoa pelo comparativo em forma de uma paródia canhestra, para discorrer sobre poços tubulares, usados para obter água subterrânea. Nara Leão, Zé Keti e

Não, não estou citando Saint-Exupéry de forma errada. É verdade que me valho de uma de suas frases mais conhecidas para discordar da afirmação. Ao contrário de muitos que tiveram
“Prefiro Morrer em Pé, do Que Morrer Ajoelhado”
JOAO VICENTE MACHADO 21 de junho de 2026 04:09
Como Não Te Amar? / Poema de Neves Couras. / Recitado por Maria Rita
JOAO VICENTE MACHADO 2 de janeiro de 2026 22:12