Mês: janeiro de 2026

A doença que atingiu de reis a bispos

Por: Neves Couras; A doença mais antiga da humanidade ainda está entre nós. Mais conhecida como “lepra”, ela ainda faz vítimas no mundo, no Brasil e na Paraíba, onde, em alguns municípios, a incidência é maior. O Brasil é o

Aprender a apreciar

Por: Mirtzi Lima Ribeiro; Estou sem pressa. Ao invés do “fast” ou “quick”, do “schnell”, do rápido, quero o “slowly”, o “langsam”. Quero o processo que respeita todas as fases, sem atalhos. Aquele que segue em um ritmo que oferece

Dom Carlos, você o conhece?

Por:José Nunes; Os poemas de Carlos Newton Júnior têm o mesmo cume, todos estão num patamar de elevado significado para a literatura brasileira, sobretudo, porque carregam emoção bem acima da conta exigida pela Poesia. O significado dessa altura foi apontado

O Café Voltou a Florescer?

Por: Ramalho Leite; Nos primeiros dias de abril, em Areia, foi realizado o Primeiro Encontro de Cafeicultura do Brejo Paraibano. A iniciativa é da ATURA, entidade privada que procura suprir as deficiências locais na área do turismo e da economia,

Abstrações

Por: Emerson Monteiro; Uma irrealidade concreta; criações e palavras pela metade; versos soltos de um poema; ainda assim possíveis. As próprias ilusões têm forma. Entre dois vazios, o Tempo. Daí, se aprender, reunir não saber e saber. A imaginação vive

Café e cacau contra o garimpo

Por: Antonio Henrique Couras; Em algumas aldeias do sul de Rondônia, o som que hoje marca o ritmo da vida cotidiana não é o das motosserras nem o dos motores de balsas de garimpo. É o de grãos sendo secos

Como não te amar?

Por:Neves de Almeida Couras; Amei ao te ver Amei mais ao te tocar Teu olhar e tua pele suave, Teu toque em meu rosto, Teu beijo me fez adormecer Mas os dias passaram A leveza do toque despareceu O beijo

O tempo que ficou no sítio

Por: José Nunes; Neste período do ano, lembro do tempo que ficou no sítio, quando as árvores mudavam as folhas, os cajus, as mangas maduras se esparramavam pelo chão, os araçás amadureciam nas capoeiras, e em casa, mamãe e as

Finais de Ano

Por: Mirtzi Lima Ribeiro; O fim do ano nunca será um ponto final, Ele é um marco para o eterno recomeço, Que surge como uma aurora que chega. O novo nascer do sol carrega ineditismos, Com o ainda não vivido,

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