
Por: Gorette Wanderley Peço licença ao autor do artigo que estaria publicado neste espaço hoje. Excepcionalmente, a reflexão habitual dá lugar a uma celebração muito especial.

Por: Ramalho Leite; A notícia histórica que se tem é a partir de 1912, quando o advogado José Amâncio Ramalho, em disputa com os Targino, em Araruna, resolveu adquirir terras

Por: Mirtzi Lima Ribeiro; Eu nasci na época em que se trocava correspondência através de papel, envelope e com selos que pagavam o envio. Era comum que escrevêssemos às amizades,

Por: José Nunes; No ano passado retornei ao lugar onde nasci, com propósitos diferentes das vezes em que ali estive. Desejava apenas caminhar pelas capoeiras onde realizava minhas caçadas imaginárias,

Por: Flavio Ramalho de Brito; Na quinta-feira 5 de agosto de 1830, um jovem paraibano de 22 anos desembarcava do paquete Níger no porto do Rio de Janeiro. Poucos meses

Por: João Vicente Machado Sobrinho; Muita gente imagina que fazer poesia e, versejar dentro da métrica e da rima é coisa fácil. Podemos até nos indagar se fazer poesia é,

Por: Emerson Monteiro; Um quanto de tempo revira tudo em volta e permite examinar a validade na continuação dos acontecimentos e das tantas histórias que se sucedem na consciência de
“Prefiro Morrer em Pé, do Que Morrer Ajoelhado”
JOAO VICENTE MACHADO 22 hours ago
Como Não Te Amar? / Poema de Neves Couras. / Recitado por Maria Rita
JOAO VICENTE MACHADO 2 de janeiro de 2026 22:12