Mês: dezembro de 2025

Alguns minutos dentro da Matrix

Por: Mirtzi Lima Ribeiro; Pneu no asfalto, carro em movimento comigo ao volante. A música Lonely City (Cidade Solitária), na voz do cantor norte-americano Mokita, no Spotify, trazia uma melodia e uma voz suaves. Sinal vermelho, trânsito de hora de

Quem eram os Jovens Turcos

Por: Ramalho Leite; A queda do Império Otomano e a fundação da república turca teve como líder Mustafá Kemal Ataruk, militar graduado, revolucionário e primeiro presidente da Turquia. Antes, porém, ganhou renome com sua atuação na primeira guerra mundial. Lutou

Luar de verão

Por: Emerson Monteiro; Nisto de se ver assim a bem dizer observador assíduo de palavras e sentimentos nas superfícies escorregadias do Tempo. Observadores contumazes apenas fitam abismados as grandes navegações, no entanto de olhos fixos no imaginário lá de dentro

O abismo que construímos

Por: Antônio Couras; É desconcertante perceber que, em pleno século XXI, depois de séculos de lutas por direitos, da consolidação de Estados sociais e de sucessivas crises que escancararam a fragilidade do nosso modelo econômico, a humanidade retorna a níveis

Cuide de mim

Por: Neves Couras; Nesta semana, tivemos a tristeza de assistir pela TV à morte de um jovem de 19 anos que, sem controle de suas faculdades mentais, entrou na área onde vivia uma leoa, no Parque Arruda Câmara, a Bica,

O cheiro da cachaça

Por:José Nunes; Na literatura de José Lins do Rego sentimos todos os cheiros possíveis de um ambiente de engenho, dos banguês sendo preparados ao mel cozido em tachos quentes, menos o cheiro da cachaça. Cheiro bom, que fica no ar

Qual o salto que daremos no Século XXI?

Por: Mirtzi Lima Ribeiro; Premissas Científicas e Culturais Embora tenhamos vivenciado nos mais recentes 50 anos um significativo avanço científico e tecnológico, as premissas que regem a ciência formal contemporânea ainda estão baseadas no modelo mecanicista consolidado no Século XVIII,

Solânea, a Planeza de Celso Cirne

Por: Ramalho Leite; Entre os historiadores que compulsei, resta uma dúvida a esclarecer. Todos contam a mesma lenda. O português colonizador perdeu-se pelas terras das bananeiras e aprisionado por índios antropófagos, estava sendo preparado para servir de banquete aos seus

Almas Penadas

Por: Emerson Monteiro; Desde que me entendo de gente ouço contar dessas visagens que aparecem e somem mundo afora. Isso ainda lá no sítio donde venho, e de lá principalmente, pois ali guardavam as lembranças da bisavó de meu pai,

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