Mês: novembro de 2025

Tempos outros

Por: Emerson Monteiro; Um quanto de tempo revira tudo em volta e permite examinar a validade na continuação dos acontecimentos e das tantas histórias que se sucedem na consciência de todos. Numa viagem infinita pelo chão das existências, nisso as

A culpa é sempre da Mãe

Por: Neves Couras; Quando crianças, meus filhos estudavam em um conceituado colégio religioso aqui em João Pessoa. Por ser um colégio conceituado, em que familiares também matriculavam seus filhos e também faziam parte da equipe pedagógica, eu acreditava que eles

As janelas de Neide

Por: José Nunes; Enquanto observávamos o espaço onde estão os livros e outros objetos, guardados com esmerado cuidado depois da passagem do seu marido, a professora e imortal Neide Medeiros mostra sua produção de quadros tendo as janelas como tema,

Quase 200 anos de Vila

Por:Ramalho Leite; Neste 16 de outubro Bananeiras completou 146 anos de elevação à categoria de cidade. Deve-se ao então presidente da província da Parayba, José Rodrigues Pereira Junior, a assinatura da lei que a tornou cidade. Sua identidade política, porém,

Meu primeiro concerto sinfônico

Por: Mirtzi Lima Ribeiro; Fui criada de modo rigoroso, tanto pelo fundamentalismo religioso de minha mãe (que abraçou um credo entre meus oito e nove anos de idade), quanto pelo patriarcado estrutural absorvido pelo meu pai. Eles tiveram nove filhos,

Paisagens do Inconsciente

Por: Emerson Monteiro; Lá de quando a gente se pega a lembrar do que nunca viu e jamais conheceu. Dos lugares aonde em tempo algum pisou certa feita. Dos céus estrelados de quantas luzes de onde chegam tantos e poucos

O quarto das meninas

Por: Antônio Couras; Volta e meia me deparo com resquícios de um passado que normalizamos sob a forma de anedotas. Quem já teve contato com casas antigas, que refletiam os costumes de outros tempos, certamente se deparou com os “quartos

A paixão de punir e o silêncio das instituições

Por: Jéssica Flávia Rodrigues Corrêa; Vivemos em uma sociedade que transformou o ato de punir em uma espécie de paixão contemporânea. Didier Fassin nos ajuda a compreender esse fenômeno quando mostra que punir deixou de ser um simples instrumento de

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