Mês: novembro de 2025

Nathan e Gonzaga: amigos inseparáveis

Por: José Nunes; Gonzaga Rodrigues e Nathanael Alves foram amigos inseparáveis. Construíram relacionamento de amizade que saiu das redações dos jornais para se consolidar no abraço familiar, estendido na conversa de confidentes nos encontros do terraço. Ambos se conheceram nas

Quando uma mulher assume seu poder pessoal

Por: Mirtzi Lima Ribeiro; A mulher contemporânea deveria estudar na história da humanidade a trajetória de seu gênero, de modo a compreender com maior abrangência, a importância das conquistas alcançadas. Durante milênios a mulher foi colocada em uma posição não

O que se passa no juízo deles

Por: Emerson Monteiro; De comum, aparecem do inesperado pela caligrafia das ruas e ilustram as páginas do tempo na maior desfaçatez. Mesmo porque de nada valeria explicar a razão de estarem nesse mundo das quantas perguntas que, sem resposta, prevalecem

No Lugar da Violência, O Direito

Por: Rui Leitão; É assustador testemunharmos governantes ignorarem o direito como instrumento de mediação dos conflitos humanos, fazendo da violência — física, verbal ou institucional — o caminho oposto ao processo civilizatório. Trata-se do uso da força bruta em manifesto

Olá Humanidade

Por: Neves Couras; Estou me sentindo assim, depois que fiz a grande viagem; Eu era ainda muito pequeno e não sabia nem o que era humanidade. Só sei que vivia em minha casa e meus pais brigavam muito. Não sei

Borborema chega aos 66 anos

Por: Ramalho Leite; A notícia histórica que se tem é a partir de 1912, quando o advogado José Amâncio Ramalho, em disputa com os Targino, em Araruna, resolveu adquirir terras onde surgiria a cidade de Borborema, largando a núcleo do

Cartas de amor

Por: Mirtzi Lima Ribeiro; Eu nasci na época em que se trocava correspondência através de papel, envelope e com selos que pagavam o envio. Era comum que escrevêssemos às amizades, e especialmente, que as pessoas enviassem cartas de amor. Os

O candeeiro do Zé

Por: José Nunes; No ano passado retornei ao lugar onde nasci, com propósitos diferentes das vezes em que ali estive. Desejava apenas caminhar pelas capoeiras onde realizava minhas caçadas imaginárias, utilizando baladeira. Mesmo que o lugar contenha resquícios da paisagem

O destemido paraibano que destronou um imperador

Por: Flavio Ramalho de Brito; Na quinta-feira 5 de agosto de 1830, um jovem paraibano de 22 anos desembarcava do paquete Níger no porto do Rio de Janeiro. Poucos meses depois da sua chegada à capital do Império, aquele jovem

Mais Lidas