
Quando o pregão dos jornaleiros anunciou, naquela manhã de maio de 1946, a morte do poeta, compositor, cantor, violonista e teatrólogo Catulo da Paixão Cearense, a tristeza se espraiou por todo o Rio de Janeiro, dos subúrbios distantes, onde morava

Quando o pregão dos jornaleiros anunciou, naquela manhã de maio de 1946, a morte do poeta, compositor, cantor, violonista e teatrólogo Catulo da Paixão Cearense, a tristeza se espraiou por todo o Rio de Janeiro, dos subúrbios distantes, onde morava