Por: Bodão Ferreira/ Mateus; Um filósofo chamado Platão Escreveu uma alegoria eterna Ele disse no mito da caverna Que vivemos em constante ilusão Depois do rádio e da televisão O
Por: Bodão Ferreira/ Mateus; Um filósofo chamado Platão Escreveu uma alegoria eterna Ele disse no mito da caverna Que vivemos em constante ilusão Depois do rádio e da televisão O
Por: Bodão Ferreira; 24 é ano de eleição E o povo vai às urnas votar Em alguém que possa representar Dando voz e vez a população Quem defenda saúde e
Por: Bodão Ferreira; Dia um de abril de 64 Teve golpe, instalou-se a ditadura Um regime marcado por censura Por tortura, inflação e assassinatos Medo, atraso e sangue foram retratos
Por: Bodão Ferreira; Depois de tanta agonia De ódio e anticiência De incentivo á violência E ataque á democracia A luta contra a anistia Está enfim avançando Crimes se identificando
Por: Bodão Ferreira Uma coisa que se sabe É que o povo brasileiro Mesmo nas dificuldades Sempre mostrou ser festeiro E essa alegria resiste De janeiro a janeiro É festa
Por: Bodão Ferreira; Eu fui menino do campo Passarinho sem gaiola Sem jeito, jogava bola Tirava do dedo um tampo Temia a luz do “relâmpo” Trovão me deixava aflito Do
Por; Bodão Ferreira Em dezembro se ver pela cidade Ou nas casas, um símbolo da fé Os três reis, junto a Maria e José Anunciam o nascer da santidade O
Nós somos parte da terra E a terra é parte da gente Deixamos ela mais quente Como poluição e guerra A humanidade se aterra Com a terra destruída A
O Brasil nasceu dando gosto à morte Com a ação sanguinária portuguesa Contra nações indígenas, de surpresa Pois na arma de fogo não há sorte Esse etnocídio deu suporte Ao
Pense aí uma imagem De um nordestino vaqueiro Me diga o que vem primeiro Para compor essa imagem Se é o olhar de coragem, O cantil ou o matulão Se