Me movo sempre pra frente Sem esquecer do passado Que dos dois, o resultado É o fatídico presente Volto pra ver minha gente As crianças, os idosos Os caminhos pedregosos
Me movo sempre pra frente Sem esquecer do passado Que dos dois, o resultado É o fatídico presente Volto pra ver minha gente As crianças, os idosos Os caminhos pedregosos
Imagino o roteirista Da história brasileira Sorrindo a cada nuance Que ocorre de tal maneira Carregada de ironia A coisa muda num dia Que parece brincadeira Um dia vc é
O poeta e cordelista Bodão Ferreira já não precisa mais de apresentações e o melhor a fazer é ler seus escritos: Que me conserve a memória E uma hábil
Eu, enquanto nordestino Talvez esteja mudado Ou quem foi modificado Foi o festejo junino O floreio genuíno De identificação Que imprimia o sertão Teve queda e eu notei Eu não
São João virou enfeite E é pesado dizer isso De vez em quando se afirma E é sempre um rebuliço Foi tudo alegorizando E a gente presenciando Uma cultura em
O congresso nacional Já um tanto acostumado Em ter favores trocados Sem transparência fiscal Acordo extra oficial Sem prestar conta a ninguém Se dizem gente de bem Vivendo a chantagear
Brasil, país-continente Rico de força e recursos As vezes cai em discursos Que o mantém dependente Se pensar na sua gente Só tende a prosperar Sem se quer se preocupar
Os poemas da autoria de Bodão Ferreira sao para ser lidos e ouvidos, não para ser explicados. Vem comigo! Tudo que tem nesta terra Entre plantas e animais, Minérios
No começo da história Ele foi contra vacina Defendeu junto a escória Uma tal de cloroquina Ignorou a ciência Porque na sua indecência Remédio? Só com propina O vírus levando
O poeta, cordelista, professor, músico, intelectual e militante político Bodão Ferreira, sempre sintonizado com a conjuntura, manifesta em versos a sua opinião sobre o chamado PL das Fake News. Ele