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As doenças e os “medicamentos” enunciados no Evangelho

Em alguns de nossos artigos comentamos que a doença nos chega ao corpo físico, muitas vezes, em decorrência de nossos desequilíbrios emocionais, morais e espirituais. Não é novidade para nenhum ser humano que passamos, ao longo de nossa existência, por dores sofrimentos, problemas das mais variadas situações e, dificilmente, estamos preparados mentalmente para passar por todas essas questões sem sofrermos alterações emocionais.

Para relembrar a quem já acompanha nossos artigos, e explicar, superficialmente, a nossos novos leitores (a quem convido que façam uma leitura pregressa dos artigos desta autora encontrados neste blog) que o amadurecimento do espírito se dá através das inúmeras encarnações, nas quais se dá o processo de aperfeiçoamento até que se conclua, e não seja mais necessário a reencarnação para este fim.

No universo há dois tipos de matéria, a matéria densa, que constitui nossos corpos físicos e o mundo físico, que percebemos através dos cinco sentidos; e a matéria sutil que constitui todo o restante do cosmos. A matéria sutil, no caso de nós, humanos, é regida, controlada, por um princípio inteligente ao qual denominamos Espírito. Chamamos de Espirito o ser pensante, que domina toda matéria. Ou seja, é ele que está no comando de nossa mente.

A matéria densa, ou o psicossoma – corpo, que abriga o princípio espiritual e permite que ele se desenvolva e atinja seu amadurecimento em direção à perfeição. Por isso, precisamos reencarnar. Ou seja, precisamos do corpo, como uma “casa” para o Espirito.

Ainda, os amigos espirituais nos esclarecem que existe uma diferenciação mais sutil, aquela entre espírito e perispírito, sendo o primeiro a força maior que nos rege independentemente de estarmos encarnados ou não, e o segundo, a que chamamos de perispírito, seria o “protótipo” de matéria sutil o qual dará forma, posteriormente, ao corpo físico, este, feito de matéria densa. Ao nascermos, tudo que teremos em termos de estrutura corporal está neste “protótipo” ou “molde”. Existe uma hierarquia de funções entre eles. São interligados, mas vibram em dimensões diferentes, sofrem a influência um do outro em seu funcionamento, sendo, portanto, interdependentes.

É importante salientar que esse conceito, de divisão entre matéria densa e sutil, é rejeitado por grande parte da Medicina terrena. Inclusive, e o que chamamos de métodos alternativos de cura. Dessa forma, o homem é considerado como um agregado de células, músculos e nervos que constituem o seu valor seu veículo fisiológico não conseguindo com esses métodos se aprofundar da natureza íntima e peculiar de todo ser vivo.

Ainda, devemos levar em conta que, no mundo espiritual, estudam-se as estruturas mais complexas de manifestações da consciência. “O ser humano ou todo organismo vivo, mobiliza uma variedade de energias dentro da faixa eletromagnética e astral”. Assim, as emoções, sentimentos e pensamentos invadem o seu próprio meio, como a si mesmo, “do reflexo de suas tendencias e criações subjetivas, de vibrações cuja frequência e irradiação se em espalham em torno si”.

Nossos pensamentos, ações, fobias, angustias e alegrias representam energias, que gravitam em torno de nosso psiquismo. Sendo a inferioridade relativa do ser humano na atualidade causada por vibrações negativas em quantidade maior ao seu redor. O mundo está adoecendo as pessoas.

Quando permanecemos mais tempo envolvidos nestas energias, mais densas, do pessimismo, desânimo, falta de fé e esperança, nos deixamos envolver em apatia, ainda que temporária, essas energias atingem no corpo, e podem se transformar em enfermidades.

Gostaria de acrescentar neste artigo, para entendimento gradual dos nossos corpos, que um desses corpos denominado duplo etérico. Este “corpo”, reveste nosso corpo carnal como uma luva. É nele que as enfermidades quando adquiridas nesta encarnação, primeiro se instala.

Como bem define Dr. Gleber, “é um complexo energético, iluminado pela razão e o sentimento, a caminho de outras formas de expressão da consciência”. Está tão próximo ao corpo físico que podemos dizer que é a parte menos grosseira do corpo físico. A razão de sua existência é de ser o distribuidor das energias equilibradas provenientes do grande reservatório cósmico universal e sua transformação em fluido vital – energia que nos mantém vivos.

O leitor pode estar, a essas alturas de sua leitura, se perguntando: por que preciso saber disso? Irei trazer mais detalhes sobre este corpo e sua importância para nós. Mas, acima de tudo, estamos, a maioria de nós, os filhos de Deus, máquina física e energética mais perfeita criada por Ele, descuidando dessa morada nos dada por empréstimo, para cumprirmos com nossa missão aqui na terra.

Infelizmente, esses conhecimentos não são levados a grande parte dos seres humanos, por não fazerem parte arcabouço teológico da maioria das religiões ocidentais, entretanto, o conhecimento milenar da medicina chinesa, por exemplo, poderia nos levar a tomar decisões que poderiam nos fazer mais felizes diante da vida. Não me refiro só a vida material, que vem por consequência, mas da medicina que conhece o homem como um ser que é feito de energia. Com corpos que vão do mais denso ao mais sutil. E, ainda, estamos vivendo o período de grandes tristezas e vazios existenciais. Esses “vazios”, podem nos levar a doenças que se tratarmos só suas causas, não teremos cura, sendo necessário o aprofundamento de suas causas, que residem na matéria sutil que nos rodeia.

Nosso objetivo, aqui, é de esclarecer, respeitando todo e qualquer pensamento e conhecimento contrário. Ainda assim, não posso perder a oportunidade de trazer, nesta coluna, conhecimentos que ainda, creio e espero, serão vistos pela medicina do futuro, ou da medicina que reconheça suas limitações como fonte de conhecimento das doenças.

A nossa medicina precisa conhecer a bioenergia – a energia da vida, e no futuro não muito distante, esse conhecimento será imprescindível para o tratamento das doenças psicossomáticas, que surgirão ou aumentarão em número, inclusive como consequência do pós-pandemia.

Voltando um pouco mais ao conhecimento do nosso Duplo Etérico, e lembrando que nosso corpo físico de natureza carnal e orgânico se desponta num “complexo sistema celular, distribuído em órgãos, sistemas e aparelhos, (…) o Duplo Etérico tem sua formação composta por substancias eterizadas do mundo terreno. São mais grosseiros ou materializados do que o fluido cósmico, são perceptíveis aos clarividentes como formando uma aura que reflete o corpo humano. Este corpo, juntamente com o corpo físico, fica na Terra, por ocasião do desencarne.

Este corpo, ao meu entender, é de suma importância para que, ao sabermos de sua existência e o que ele representa em nosso corpo físico, possamos compreender como muitas drogas afetam o corpo físico. Dessa forma, o cigarro, o álcool e muitas substancias medicamentosas, podem desregular a rede de distribuição das energias vitais que irrigam as células do corpo físico. Apenas para reforçar, se nossas energias vitais forem alteradas, podemos contribuir para diminuir nosso tempo de vida na terra, o que pode ser considerado como uma forma de suicídio.

O tabaco e o álcool e as drogas mais utilizadas pelo homem envenenam suas reservas vitais, obstruindo os centros de forças que a as distribuem. (chamados também chakras).

 

Sua importância, ainda, se assemelha a uma tela protetora eterizada que impede o contato constante com o mundo astral, atuando também como proteção natural contra investidas mais intensas dos habitantes menos esclarecidos e ainda, protege nosso corpo de bactérias e outras substancias. Dessa forma. Nosso corpo perde parte de nossa proteção, deixando que nosso perispírito, seja atingindo.

Iniciamos este texto falando das curas que Jesus operou em sua passagem pela terra. Jesus como conhecedor, que é, de todo detalhamento de nosso corpo, e de como nossas ações e pensamentos desequilibram nossa saúde, Ele, como grande magnetizador, só de olhar para o doente, sabia exatamente onde estava o ponto de desequilíbrio daquele homem ou mulher, como sabia também, que pela localização da doença, a prática de vida daquele ser.

Por isso suas orientações após cada cura. ‘Vá e não peques mais”. Essas, não eram simples palavras, mas um receituário completo de medicações utilizadas pela mente, para o reequilíbrio do corpo, consequentemente da saúde.

O homem que ainda não percebeu o que importa nesta existência, é seu aprendizado utilizando a matéria para beneficiar a si e aos outros, se deixou, em sua grande maioria, se tornar escravo dessa matéria, esquecendo de olhar para si, e ver o que não veio aqui para se apropriar de riquezas materiais, mas do conhecimento espiritual, e se tornar mais próximo dos ensinamentos do filho de Deus. “Vós sois luz”, disse Jesus. E nos deu toda oportunidade de aprendizado. Quando não entendemos seus sinais, pela sua benevolência, nos manda a dor, como forma de parada obrigatória para que possamos nos investigar e nos avaliar em termos de práticas e ações.

O hoje, é o maior presente dado por Deus. A qualquer momento podemos ser chamados. E aí? O que fizemos em prol de nosso aperfeiçoamento e o que fizemos para contribuir com os nossos irmãos em Cristo. Oramos? Não, ora e age. Sem esse ensinamento, seremos eternamente seres em desequilíbrio, e por essa razão, doentes!.

 

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