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Início Neves Couras “O anjo dos Lázaros” – Eunice Weaver – Segunda Parte

“O anjo dos Lázaros” – Eunice Weaver – Segunda Parte

Em nosso artigo anterior, apresentamos, brevemente, a Hanseníase e suas idiossincrasias. Hoje, falamos um pouco sobre Eunice Weaver, uma das mulheres mais brilhantes de sua época e que teve sua vida intimamente ligada à essa moléstia. Uma mulher que dedicou toda a sua vida a uma causa sem se preocupar com a divulgação de sua imagem ou seu trabalho. Realizando sua obra sempre guiada pelo sentimento de amor pela humanidade, e aqui não me refiro a humanidade como conjunto de seres humanos que habitam esse globo, mas principalmente pelos valores intrínsecos a essa: dignidade, respeito, amor e carinho.

No último artigo falamos que, com o avanço da hanseníase pelo Brasil, impulsionada pelo novo influxo de pessoas nas cidades o que criou para a hanseníase, assim como para outras doenças contagiosas, um ambiente ideal de propagação, foi necessário criar meios para lidar com a problemática. Assim, não só no Brasil, bem como em inúmeros outros países, eram discutidos em Congressos Internacionais e Nacionais com os sanitaristas e humanistas mais celebrados de sua época, formas de tratamento para doença, e como lidar com os doentes; mas até a descoberta do Bacilo de Hansen e, subsequentemente, surgir a cura, muita coisa aconteceu. Muito sofrimento, dores, suicídios e vidas e famílias despedaçadas, foram vistas e sentidas por muitos.

A repulsa o medo e o preconceito que a doença provocava, só chegou a ser sentido outra vez, mais recentemente, com a pandemia do vírus HIV. Sendo o estigma imposto aos portadores de tais doenças algo que só pode ser descrito por quem vivenciou tal segregação. Há alguns anos, tive um problema de pele, que foi identificado como Líquen Rubro Plano. Meu corpo, ficou coberto de chagas, tal como um paciente com hanseníase. A diferença primordial é que a doença que me acometeu não era contagiosa. Tentei continuar minha vida, principalmente a profissional, me cobrindo o máximo possível. Minha roupa era feita de algodão muito fino. Não podia usar nem sequer calças que tivessem um simples elástico na cintura, então para cobrir minhas feridas usava uma calça simplesmente atada com um cordão de algodão. Soube o que é sentir literalmente o preconceito. Em uma ocasião, no local de trabalho, eu teria que participar de uma reunião com vários órgãos, e uma das colegas, ao chegar na sala, se recusou a entrar, gritando que não ficava em um ambiente com uma mulher cobertas de feridas. Imaginei, naquele momento, e, sentir um pouco do que o portador da hanseníase vivia. Contudo, eu podia continuar convivendo com a minha família e meus colegas de trabalho, que não me rejeitaram. Para concluir esta triste fase da minha vida, estudando a hanseníase e sua história desde os primórdios, no Antigo Egito, tive acesso a “Revista Brasileira de Leprologia, uma publicação da Sociedade Médica que foi criada especificamente para o estudo da doença em pauta, e muitas pessoas que tiveram Líquen, foram internadas nos hospitais de Leprosos como um portador da doença. Agradeci a Deus viver no tempo de “agora”, e apesar de ser rejeitada, não passei pelas dores do abandono do Leproso.

Um ex-interno da Colônia Getúlio Vargas relatou que aquele lugar, desde sua inauguração, falava da dor do abandono. Da Falta que fazia um abraço. Naquele momento, relatava que as árvores, frondosas mangueiras que ainda permanecem na Colônia Getúlio Vargas, eram os “amigos” e os “familiares” que abraçavam.

Machado de Assis, em “O Alienista” conseguiu retratar a forma “louca” que a “loucura” era tratada em sua época, o tratamento dado aos hansenianos não era muito diferente. As instituições responsáveis pela saúde pública eram encarregadas de “recolher”, aprisionar de forma forçada, qualquer um que apresentasse o mínimo sintoma da hanseníase. O pânico social relacionado a essa doença era tanto que vizinhos e familiares denunciavam seus entes queridos com medo do contágio da doença inominável. Como dito no último artigo, chegava-se a decretar a morte jurídica do doente, fazendo-se, assim, a divisão de sua herança etc.

Tais medidas não eram uma “jaboticaba”, uma invencionice das autoridades brasileiras, eram ações debatidas em encontros científicos ao redor do mundo. Por não se conhecer a origem, a forma de transmissão nem nenhuma forma de tratamento realmente eficaz, a comunidade científica agia quase que por tentativa e erro. Com o avanço de um estado mais forte e organizado nos últimos dois ou três séculos (período curto de tempo para a medicina e para essa doença de tempos bíblicos) a responsabilidade de lidar com os “indesejáveis” da sociedade deixou de ser responsabilidade das famílias ou instituições de caridade. Assim como os “loucos”, os “leprosos” não eram mais cuidados por suas famílias, passavam a ser responsabilidade do Estado que deveria lhes dar uma “finalidade” baseada na ciência moderna.

Educandário Eunice Weaver de Araguari

Assim, surgiram, de forma mais organizada e ampla, os chamados “Leprosários”, pequenos guetos onde eram despejados esses indesejáveis, mas que com o trabalho de Eunice também puderam receber um melhor destino. Com o passar do tempo e o avanço dos debates a respeito da doença, chegou-se à conclusão que o filho de uma mulher “leprosa” não nascia, necessariamente, infectado pela doença, contudo, com o simples aleitamento já havia a infecção. Então, entendeu-se que era de suma importância que os filhos fossem separados dos pais doentes logo no nascimento e, a partir disso surgia uma nova problemática: o que fazer com essas crianças?

Inicialmente, a ideia era que as crianças fossem dadas às famílias de seus pais, contudo pelo estigma causado pela doença, muitas dessas famílias se recusavam a receberem essas crianças e elas passavam a ser quase que como órfãs. A separação das crianças de seus pais parece a nós, pessoas modernas, como algo desumano e inaceitável, contudo em um dos artigos escritos por Perry Burgess – Presidente da Fundação Americana Contra lepra, ele relata:
“Só com simpatia podem ser considerados os problemas médicos e sociais representados pelos milhões de feridos pelo mal de Hansen. (…) quaisquer problemas que tenham por objetivo, melhor compreensão da moléstia mesma, o problema do destino dos doentes, foi sempre um dos mais difíceis de solucionar. Se o mal de Hansen se propaga por contágio, como se acredita geralmente, conclui-se que a sociedade deva proteger-se separando o doente do são.

O mal de Hansen afeta a vida de não, menos de 15 milhões (dados de 1945) de pessoas, se tomados em consideração, os pacientes e os que deles dependem. Constitui uma população maior que muitos países importantes.

E aqui é onde o trabalho de Eunice passa a ser fundamental no desenrolar dessa história. A missão que Eunice assumiu quando se tornou Presidentes da Federação em defesa dos Lázaros. Mas esse, não foi seu primeiro contato com os doentes ou a doença.

Eunice de Sousa Gabi, nasceu no interior de São Paulo no ano de 1902, numa cidade chamada São Manoel. Teve sua vida marcada por muitas perdas, talvez por esta razão, se tornou uma mulher muito forte. Filha de pai descendente de Suíço e de mãe brasileira, fazendeiros de café. Ainda na adolescência perde sua mãe, razão pela qual foi morar com uma tia em outra cidade de são Paulo – Piracicaba. Lá estudou até o correspondente atual nível médio, mas que a época já era a formatura da maioria das jovens: O curso Normal que já as preparava para o magistério. Em sua biografia, consta que Eunice teve o primeiro contato com a Lepra, acompanhando sua tia aos portões da fazenda, para levar comida e agasalhos aos leprosos que passavam regularmente pedindo esmolas, “pelo amor de Deus”. Ao se deparar com a situação daqueles seres humanos irreconhecíveis, pela doença que lhes deixavam enormes deformidades na pele e muitos já incapacitados. Depois do choque ao ver aquelas criaturas, Eunice se viu olhando, irresistivelmente para outros olhos.
Era comum a época os doentes saírem pelas cidades a pé ou montados em cavalos, pedindo esmolas. Naquele grupo marchavam trôpegos, apoiando-se uns aos outros, havia crianças que choramingavam e vozes que clamavam lamentações e pragas.

Eunice ao ver aquele grupo, desejou se distanciar rapidamente dali, mas algo o chamou a atenção e o deteve: “Viu-os atirarem-se sobre as oferendas como cães ferozes, disputando, ameaçadores até as últimas sobras.

“Distanciada do grupo, desejou se distanciar rapidamente dali, mas algo o chamou a atenção e o deteve, banhada pela luz prateada do luar. Silenciosa, podiam-se-lhe ver os olhos faiscantes e poderosos.
– Titia – Chamou a jovenzinha, – veja aqueles olhos!..
– A tia de Eunice voltou-se na direção indicada, fitou o vulto, a cercou-lhe, fascinada, e, sem sopitar a curiosidade, perguntou: você é Rosa?
– “Houve um silencio profundo.
– “Você é Rosa? Diga! É Rosa?
– “Sim sou Rosa – respondeu soluçando -, sou Rosa”
-Você não tentou suicídio?
– “Não, seria covardia, e eu desejava viver! Quando vi que minhas carnes arroxeavam, abrindo-se em rosas pútridas e insensíveis que se generalizavam procurei esconder o fato quando pude. Depois descobri, aterrada, que estava leprosa e desejei morrer” (Franco, 1994)
Rosa Fernandes era filha de um fazendeiro vizinho que todos acreditavam ter cometido suicídio por afogamento. Era jovem cobiçada e a todos encantava, mas não se comprometia com ninguém. Eunice aprendera a admirar e amar aquela jovem alegre e comunicativa e que repentinamente desaparecera. Rosa então, revelou que quando descobriu ser portadora do mal de Hansen forjou o suicídio e se juntou aos que como ela, estavam doentes.

-A tia de Eunice ainda a disse: “Deus os amaldiçoou” – repetindo a antiga maldição ‘Não havia mais o que fazer”.

Estamos na primeira Republica ou a chamada República Velha, período que realmente começa o combate a lepra. Esse período, só para lembrar, tem inicio desde a Proclamação da Republica em 1889 até a Revolução de 1930, e a luta contra a Lepra não teve avanços. As instituições asilares, em sua grande maioria, eram mantidas pelas instituições religiosas, que desenvolviam o papel de proteger a sociedade sadia do perigo que os doentes representavam, recolhendo todos os que eram identificados como “leprosos”. A construção/criação e manutenção de asilos e hospitais dependiam de recursos financeiros que eram arrecadados através de campanhas filantrópicas, mas não era garantida a regularidade dos recursos.

Em 1927, Eunice reencontra Andeson Weaver, que havia sido seu professor de latim. Casam-se e logo após, ele que dirigia o Colégio Granbery, foi convidado para dirigir um projeto da Universidade de Nova Iorque, pelo qual visitaram 42 países, Eunice acompanhou o esposo com o intuito de aprimorar seus conhecimentos acadêmicos. Teve a oportunidade de conversar com Mahatma Ghandi e visitar muitos leprosários na África e na Ásia. Nos Estados Unidos, cursou Serviço Social na Universidade da Carolina do Norte. Ao voltar para o Brasil, foi para Juiz de Fora acompanhando o marido e lá deu início ao trabalho de sua vida: assistência social aos leprosos. No ano de 1935 assumiu a presidência da Federação das Associações de Assistência aos Lázaros em Defesa contra a Lepra. Sua gestão foi marcada pelo apoio estatal e usou seu capital simbólico nas negociações necessárias para viabilizar o projeto da Entidade.

Assim, investida de seu inabalável amor pela humanidade e, agora, também uma mulher educada, Eunice se depara com a questão dos filhos dos lázaros, que, sadios, sofriam talvez até mais que seus pais segregados. Diante desse problema e agindo de acordo com as mais recentes orientações sanitárias acordadas pelas autoridades sanitárias em todo mundo, Eunice inicia a construção dos chamados preventórios, posteriormente chamados de Educandários. Não havia uma estrutura padrão, mas as instalações ofereciam dormitórios, ambulatórios, salas de aula, e no entorno, atividades voltadas para a preparação profissional das crianças, já que muitas permaneciam ali até a idade adulta. Essas estruturas também contavam, com aviários, hortas, padarias, toda estrutura voltada para o bem estar daquelas crianças. Existem várias reportagens em jornais da época, mostrando o acolhimento de cada novo morador, pela “família” que lá morava.

Eunice legou os anos seguintes a buscar a ajuda da sociedade civil para custear a construção e manutenção dessas instituições de acolhimento de crianças em situação de risco social. Apesar de neste período, vivendo num país de grande instabilidade política – o Governo Getúlio Vargas- Eunice se fez ouvida nas mais altas instâncias do país. O próprio presidente e seus ministros, que em função dos argumentos da grande Senhora, sempre lhe deram o apoio necessário. Em 1935, existiam dois preventórios com cerca de 200 internos. 14 anos depois, aumentou para 26 o número de instituições, com mais 3500 crianças internas.

Pelo seu trabalho com os filhos dos lázaros e toda sorte de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade, Eunice foi condecorada com a Ordem Nacional do Mérito, sendo a primeira mulher a receber a Ordem no grau de Comendador. Representou o Brasil em inúmeros congressos internacionais sobre a hanseníase, tendo sido responsável pela organização de serviços assistenciais no Paraguai, Cuba, México, Guatemala, costa Rica e Venezuela. No 5º Congresso Internacional da Lepra, em Cuba em 1948, presidindo a Comissão de Assistência Social. Foi Delegada brasileira no 12º Congresso Mundial da Organização das Nações Unidas. Dedicou sua vida a visitar os Estados, mobilizando mulheres da sociedade para se engajarem na arrecadação de recursos financeiros para a construção das Colônias e, ao mesmo tempo, a construção dos Educandários para o acolhimento das crianças não contaminadas pela doença. É importante salientar, que as crianças que eram acolhidas nos Educandários, eram rejeitadas pelas famílias. Só quando não tinham para onde ir eram acolhidas nos Educandários. Seu trabalho era continuo e incansável visando o bem estar daquelas crianças.

No ano de 1948, A Revista o Cruzeiro (Edição 051) publica uma visita feita por Raquel de Queiroz a convite de D. Eunice para conhecer o Educandário construído no Ceará, terra natal da Escritora. São palavras da Escritora na reportagem de uma pagina inteira. Ela diz após relatar o terror da lepra:

“Condoídos do destino de milhares de crianças descendentes de lázaros marcadas do berço pelo terrível praga, um grupo de senhoras e de médicos, tendo a frente a personalidade dinâmica da Sra. Eunice Weaver, criou pelo Brasil inteiro uma cadeia de instituições de caráter privado, destinado a dar assistência aos filhos de leprosos. Não se trata de asilos, contudo. Aparentemente, são simples colégios, mas não se pode dizer também que são simples colégios porque a residência da criança ali tem aspecto mais forte de permanência, um jeito de que “vive”, que torna a instituição mais semelhante a um lar do que a um mero estabelecimento educacional. (Raquel de Queiroz, 1948).

São inúmeros os depoimentos que enobrecem o trabalho de D. Eunice. Na Paraíba , em 1936, Eunice iniciou a campanha para a construção da Colônia Getúlio Vargas. Em artigo publicado por Bianor Penalber – Professor de Higiene na Escola Normal do Pará – com o Titulo “Preventórios para filhos sadios dos Lázaros, ele faz um balanço financeiro dos valores arrecadados por estado de 1936 a 1941 . O referido autor fala do trabalho de D. Eunice em João Pessoa seguindo a mesma metodologia de outros estados por onde andou, fala que ela conseguiu arrecadar, aqui, o valor 250:000$000, valores estes destinados ao Educandário, e Colônia. Sabemos que em cada Estado da Federação foi construído uma Abrigo Colônia e um Educandário.

Seriam necessárias muitas linhas para descrever a história dessa importante mulher de nosso país, contudo esquecida. Eunice desencarna em 09 de dezembro de 1969 aos 67 anos no Rio de Janeiro.
Das condolências recebidas, trago, neste artigo, apenas duas. A primeira de Carlos Drummond de Andrade, a segunda, acompanhara um áudio a esse artigo de uma carta Escrita por Alzira Vargas, filha do Ex-presidente Getulio Vargas. Diz Drumond:

“Eubice Weaver: cada preventório
Para filhos de lázaros proclama,
Pelo Brasil inteiro, o seu supremo
Dom de servir à vida das crianças
Já na Gangorra umedecidos lenços
Despedem-se …. Ficou de Dona Eunice
Uma lição de amor… cheia de graça.”

“Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos a mim o fizestes.” Jesus (Mateus, 25: 40),
Minha Gratidão a Deus por me permitir fazer essa homenagem!

Fontes:

Fotos:Associação Eunice Weaver do Paraná (aew.org.br)

EUNICE WEAVER EM BELÉM DO PARÁ (1942-1980
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