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O mundo mágico e segregacionista do futebol

Dizem que o futebol é a paixão do brasileiro e os fatos são suficientes para comprovar essa assertiva que pode parecer exagerada, mas tem muito de verdadeira. O futebol foi concebido na Inglaterra com o nome de football (nome inglês) e de lá foi trazido para o Brasil onde adquiriu grande notoriedade e prestigio. Nos tempos atuais  veio a tornar – se o exporte das multidões, pelo menos no Brasil.

A grande novidade aportou na terra brasilis por iniciativa dos ingleses que representavam a potência imperialista da época. Pelo que sabemos, a primeira bola de futebol feita em couro, nos chegou  em 1894 ainda no período imperial, trazida por um jovem paulista filho de ingleses de nome Charles William Muller que houvera completado seus estudos na Inglaterra.

Nessa época o football debutante era um esporte praticado pela elite branca e fazia parte das raras atividades de lazer do Brasil  e da São Paulo  então.
Quando da sua chegada  os meios de comunicação do Brasil praticamente inexistiam, e as transmissões radiofônicas iniciais iriam ao ar quase trinta anos depois. A primeira emissora de rádio transmissão foi Radio Sociedade do Rio de Janeiro, inaugurada em 1923, numa iniciativa de Henrique Morize e Edgar Roquete Pinto, sobrenome que acompanharia a história do rádio no Brasil.

Nesse contexto, a primeira transmissão específica de um jogo de futebol através do rádio, ocorreu em 1932, através do locutor esportivo Nicolau Gama.
Vejam que entre 1894 e 1932 transcorreram trinta e oito anos para o então football mudar a grafia para futebol e se afirmar como esporte. Virou notícia, ganhou prestigio e adentrou, como dizem os locutores esportivos, na vida do nosso povo, tomando conta dos espaços praticados por outras modalidades esportivas.

Seu forte apelo inibiu outras modalidades esportivas da época, praticadas com as mãos, deixando em segundo plano o remo que até então era o esporte mais praticado e apreciado no jovem país chamado Brasil, notadamente nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro, então capital do país.

Não foi por acaso que a denominação dos clubes que foram fundados subsequentemente, principalmente  os do Rio de Janeiro, faziam referência ao verbete Regatas no seu nome.
No vizinho estado de Pernambuco, o Clube Náutico Capibaribe do Recife mantinha uma sede aquática com garagem náutica no Rio Capibaribe, mais precisamente na rua da Aurora.

Os dez primeiros clubes de futebol fundados no Brasil foram pela ordem: Esporte Clube Rio Grande (RS); a Associação Atlética Ponte Preta (SP); o Esporte Clube Vitória (BA); o Esporte Clube 14 de Julho (RS); o Fluminense Football Clube (RJ); o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense (RS); o Botafogo de Futebol e Regatas (RJ); o Bangu Atlético Clube (RJ); o América Futebol Clube (RJ); e o Sport Clube do Recife (PE).

Clubes como o Corinthians, São Paulo, Vasco da Gama, Palmeiras, Flamengo, os clubes da Bahia, do Ceará, do Pará e do Paraná, foram todos fundados depois. Todavia para a narrativa que nos propomos,  essa cronologia é desimportante.

Os campeonatos mundiais de futebol começaram a ser disputados em 1930, tendo o Uruguai como primeiro campeão do mundo, seguido de dois campeonatos ganhos pela Itália em 1934 e 1938, ocasião em que as disputas foram suspensas devido a II Guerra Mundial.

As  atividades esportivas só  viriam a ter o reinicio em 1950 com a inauguração do Maracanã, coincidindo com a fragorosa derrota do Brasil para o Uruguai, novamente campeão do mundo, no fatídico Maracanazo. De lá para cá o certame não foi mais interrompido e o Brasil de grande derrotado em 1950, acabou sendo campeão mundial por cinco vezes a partir de 1958.

O nosso despertar para o futebol pelo rádio veio a acontecer a partir de 1962, depois do campeonato mundial realizado no Chile, em que o Brasil foi bicampeão, ou seja, nós nascemos para o futebol sob o signo de Garrincha, Didi, Quarentinha, Amarildo e Zagallo, que era a linha avançada do Botafogo F.R da época. Aliás, é o único time alvinegro com o qual simpatizamos no mundo! Na época existiam dois alvinegros mundialmente famosos, duas seleções, o Botafogo F.R, e o Santos de Gilmar, Mauro Ramos, Zito, Mengalvio, Coutinho e Pelé.

Nessa época quase todo garoto nordestino torcia majoritária e obrigatoriamente pelos times do Rio de Janeiro que  pelo glamour  era chamada  a Bela Cap. Depois, com o declínio do futebol carioca que ainda  se aprofunda, o estado de São Paulo tomou as rédeas do cenário esportivo e hoje é hegemônico em estrutura e organização.
Como cearense, quando avistamos o Fortaleza E.C. com aquelas camisas tricolores e depois de ver Mozart Araújo Gomes jogar veio a decisão irreversível depois de uma reflexão: “é com esse que eu vou!”

Ora, como nordestino e cearense/paraibano, abrimos os olhos para enxergar muitos predicados em alguns clubes do nordeste que nos aconselhava a chama – los de nosso. O primeiro deles me foi ditado pelo amor telúrico que plantou por estaquia no nosso peito o Flamengo (Flamengo sim) de Lavras da Mangabeira, in memoriam. Em segundo lugar e hoje em primeiro, o Fortaleza E.C. e quando vim morar definitivamente na Paraíba o rubro-negro Campinense Clube assumiu seu posto como segundo lugar, reservando o terceiro lugar para o Botafogo F.R.

Mas vamos à questão do segregacionismo explicito citado no título deste artigo e aos bastidores do futebol que sempre teve na classe operária, nos morros e nas favelas, um grande reservatório de formação  de craques.

Não vamos citar exemplos por serem inúmeros,  de grandes nomes vindos da mais franciscana pobreza.  Eles  se sobressaíram e a partir de então, passaram a  vencer uma infinidade de preconceitos até hoje interpostos nos seus caminhos.

Naquela época o negro não tinha espaço no futebol, pelo menos até o início de 1950, ano do  Maracanazo. Depois da catástrofe, os chamados cartolas tiveram de se render ao talento dos negros, já que não encontravam entre os arianos a qualidade que neles sobrava.

Clubes de elite como o Fluminense que era chamado o Pó de Arroz, (branco) resistiram o quanto puderam até se renderem às evidencias da negritude  para só então abrir as portas aos negros.
Foi preciso começar a perder dentro de campo arranhando o prestigio, para ceder ao preconceito. O mestre Didi, depois chamado de Príncipe Etíope pela elegância em campo, foi um dos primeiros negros a vestir a camisa do Fluminense.

Havia outros focos de racismo no futebol em clubes como o São Paulo e o Náutico do Recife que foi além e adicionou a exigência de  nomes dissílabos para os jogadores do time  mais vencedor da sua história, hexacampeão pernambucano: Lula, Gena, Gilson, (Mauro) Fraga e Clovis. Salomão e Ivan. Nado, Bita, Nino e Lala.

O Grifo no nome de Salomão foi proposital para destacar que a exceção silábica do seu nome se devia ao fato de que além de ser branco era ele o craque dos craques, a quem o Náutico se rendeu e reverenciou pelo talento. O dissílabo que fosse às favas.

Era paraibano de Pocinhos e como estudante de medicina começou a carreira no Campinense Clube, sendo levado para o Náutico pelas mãos de Jales Almeida Pimentel, filho de Leonel Pinto de Lavras da Mangabeira que morava em Campina Grande.

A discrepância de nível entre os clubes de futebol dos maiores centros e os clubes dos menores centros era gigantesca e se manifestavam até entre os clubes regionais como os dos estados de Pernambuco e da Baia, menos atrasados.

Mozart Araújo Gomes o Mozarzinho de quem já falei, numa entrevista dada antes da sua morte, falava para o seu biografo da carência vivida por ele como atleta que quase menino foi levado para o Fluminense Futebol Clube e depois para o Náutico do Recife.

Por lá não se consagrou como um dos maiores jogadores do Brasil porque tinha uma origem econômico – financeira confortável que lhe permitia viver. Além disso era um amante costumaz das noites o que  não se coaduna com o futebol, onde o vigor físico é um pré requisito básico.
Ele apontava a fragilidade estrutural dos clubes do Ceará em relação aos de Pernambuco ressaltando que no início da década de 1960 do século passado, os clubes de Pernambuco já se destacavam por ter um departamento médico profissional montado.

Esse era um dos diferenciais que os distinguia dos clubes dos demais estados nordestinos que tinham apenas um médico torcedor que ficava à beira do gramado, junto do massagista.  Em dias de jogo ele fazia  um eventual atendimento aos atletas e  muitos deles  acabaram  encerrando  as carreiras precocemente por lesões mal curadas.

Depois essa fase franciscana foi se transfigurando e o futebol passou a ser financiado pelas pequenas arrecadações de bilheterias já que não existiam os estádios de futebol que temos hoje ´em dia.

O caixa sempre era fechado através da generosidade de fanáticos torcedores endinheirados. Eram verdadeiros mecenas que investiam nos clubes muito mais para exibir a vaidade e mostrar opulência do que por amor ao clube e ao esporte.
Foi a fase do pós amadorismo, onde surgiram cartolas famosos que fizeram história como Wadih Helu e Vicente Mateus no Corinthians, Laudo Natal no São Paulo, Antônio Soares Calçada no Vasco da Gama, Carlito Rocha e Altemar Dutra Castilho no Botafogo, isso na esfera do Sul Sudeste.

O Nordeste não ficaria para trás e também tinha seus ricaços como: Osório Vilas Boas e Paulo Maracajá no Bahia; Wilson Campos e Romero do Rego Barros no Náutico; José Elias Bachá e Franzé Morais no Ceará Sporting Clube; Otoni Diniz e José Raimundo Costa no Fortaleza E.C.; James Thorp no Santa Cruz; Adelmar da Costa Carvalho e José Rosemblit no Sport do Recife; José Flavio Pinheiro Lima no Botafogo da Paraíba; Dr. Gilvan Barbosa, Lamir Mota e o  Dr. José Aurino Barros no Campinense Clube, além  de Edvaldo do Ó no Treze, entre outros.

Essa foi uma fase transitória que a bem da verdade projetou os clubes e elevou suas bandeiras embora fosse uma fase romântica e amadorista que durou até a chegar a fase dos empresários que ainda está em curso, surgida  sob a inspiração do empresário Pelé. É a chamada Lei do Passe que tem mais vantagem para os empresários do que para os clubes e os atletas.

Em nome dessa Lei criou – se um verdadeiro negócio onde a formação de jogadores nas divisões de base dos clubes foi relegada a terceiro plano. Os jogadores passaram a ser saltimbancos esportivos sem nenhuma relação de identidade com o clube que os projetava. Os chamados direitos federativos são  “fatiados” entre três ou quatro donos, inclusive o próprio jogador.

O passe  dos jogadores depois de fatiados, passou a desinteressar aos mecenas que sumiram dos clubes, habituados que estavam com o bolo todo. Permaneceram apenas  aqueles que realmente amavam o esporte  e queriam a sua sustentabilidade. Com a mente aberta eles se reinventaram e passaram a adotar um planejamento, subordinando rigorosamente os  investimentos ao equilíbrio fiscal, fugindo do improviso e educando a torcida para a nova realidade. Foi um trabalho difícil mas possível.

O exemplo mais conhecido no Sudeste é a revolução de conceitos do Athlético do Paraná sob a liderança de Mario Celso Petráglia e em menor escala a do Palmeiras e  Atlético Mineiro.

Outros clubes como o Bahia dirigido por Guilherme Belintanni, o Ceará Sporting sob o comando de Evandro Leitão secundado por Robinson de Castro e finalmente o Fortaleza E. C, dirigido atualmente por Marcelo Paz, num trabalho iniciado por Ribamar Bezerra e hoje continuado por uma diretoria toda profissionalizada. A estrutura dos clubes citados, é  de causar inveja a muitos clubes ditos grandes do Sul/Sudeste.
Se essa prática se fortalecer e tiver continuidade como está parecendo, irá transformá – los em pouco tempo em grandes equipes esportiva do futebol brasileiro, inclusive em outros esportes como  voleibol, futebol de salão, handebol e futebol feminino.

O Clube Athlético Paranaense, a cada ano vem crescendo em rendimento e tem projetos ambiciosos  para o  futuro, inclusive em competições internacionais.
O seu estádio (detestamos esse verbete Arena) é de primeiro mundo e dentro da filosofia  implantada,  foi construído pela metade do custo do estádio do Corinthians Paulista, sendo muito melhor estruturado e mais funcional.

O Athlético Paranaense não embarca em aventuras de treinadores e contrata segundo as observações de uma equipe especializada. O treinador define o perfil do atleta que necessita e a equipe vai atrás primeiro nas divisões de base que voltaram a funcionar, para depois e se necessário irem ao mercado.

Hoje é onde o Athlético manda os seus jogos na baixada e ainda aufere renda com o aluguel do seu magnifico estádio para outras equipes interessadas.

A segunda equipe a procurar o caminho do equilíbrio fiscal e estabelecer um planejamento estratégico foi o Ceará Sporting Clube. Hoje é reconhecido como um dos clubes mais organizados do Brasil a exemplo do Athlético do Paraná.
Como o Athlético  também  priorizou o equilíbrio fiscal, equacionou o passivo trabalhista resultante da ação predatória dos empresários, com a cumplicidade  de dirigentes e após  liquida-lo, foi que passou a  investir.

Cada treinador  que chegava no clube trazia consigo um ônibus de jogadores de mediana e baixa qualidade e depois de cinco derrotas quando demitidos, deixavam um time inteiro de maus jogadores, o que só faziam aumentar o passivo trabalhista.

Desde então teve a clareza de evitar, pelo menos por enquanto, a construção de um estádio, haja vista que o governo estado do Ceará já disponibilizou um estádio público recém reformado, terceiro do Brasil em capacidade de público.

Já com relação ao seu acanhado campo de treino em Porangabuçu, promoveu uma reforma para adapta – lo a nova realidade do clube. Além disso adquiriu um centro de treinamento completo que chamam de cidade do vozão, que pertenceu  ao Uniclinic e  abriga as categorias de base e o próprio futebol profissional.

À primeira vista, a nossa condição de torcedor do Fortaleza E.C. poderia embaçar a nossa visão e comprometer a nossa narrativa. Todavia nos  serviu de estímulo para nos reportar ao nosso  tricolor, invocando Casimiro de Abreu:
“Todos cantam sua terra
Também vou cantar a minha”

A princípio devemos justificar o porquê da abordagem prioritária que fizemos das equipes do nordeste, principalmente do futebol cearense e baiano em detrimento dos demais estados da região. Primeiramente como uma questão de justiça aos clubes que querem de fato se redimir. Em segundo lugar pela boa campanha das equipes nordestinas que estão em transformação, no campeonato brasileiro de 2021. Por fim é aqui no nordeste que as transformações estão ocorrendo em maior intensidade e não poderíamos olvidar essa realidade e mostra – la como exemplo.

Antecipadamente devemos dizer que seremos cobrados pela torcida tricolor pela “traição” às nossas cores, da mesma forma que Paulinho da Viola o foi, como portelense, ao compor o belíssimo samba Sei Lá Mangueira.

A eles eu respondo tomando por empréstimo a celebre frase do Comandante Fidel Castro: “Condenai – me, Não Importa! A História me Absolverá!”
Agora sim, nos transportamos para a Av. Senador Fernandes Távora 200, no bairro do Pici em Fortaleza capital do Ceará. Antes de mais nada devemos explicar a causa  do nome  dado ao  bairro do  Pici, que era a  pronuncia em inglês  dos estadunidenses presentes na construção da Base Aérea dos Estados Unidos em Fortaleza durante a II guerra. Eles  pronunciavam as letras P e C obedecendo o idioma  inglês  PiCi.

O Fortaleza Esporte Clube foi fundado em 18 de outubro de 1918 e chegou ao endereço atual em 1957, onde construiu o estádio Alcides Santos, hoje transformado num Centro de Excelência que abriga as atividades de treinamento e concentração da equipe principal.

A imagem ao lado mostra a maquete do centro de excelência do Fortaleza Esporte Clube, que substituiu o estádio Alcides Santos, que está em fase de conclusão com  os seguintes espaços: três campos de futebol integrados, sendo um deles no tamanho oficial; reforma nos alojamentos para transforma – los em um moderno hotel, com refeitório para 130 pessoas.
Inclusive o treinador Juan Pablo Vojvoda quando chegou da Argentina para assumir a direção técnica do clube, ocupou por três meses uma das unidades do hotel do centro de excelência.

Nos espaços do centro constam: piscina aquecida com quatro tanques de crioterapia, duas banheiras de hidromassagem; rouparia; vestiário; academia e fisioterapia; espaço multiuso; piscina etc.

o Centro de Treinamento Ribamar Bezerra em Maracanaú tem como destinação prioritária à formação de atletas, com uma estrutura maior do que o centro de Excelência do Pici, podendo abrigar também a equipe profissional.
A fotografia não mostra, mas são 6 campos de futebol, dois deles com dimensões oficiais, com o lema: Craque a gente faz em casa!

Outras equipes do Brasil também têm avançado buscando se superar evoluindo técnica e administrativamente como é o caso já citado do Athlético Paranaense e dos cubes baianos Bahia e Vitória.

Infelizmente essa prática redentora ainda não é unanimidade no futebol  de Pernambuco em que pese os esforços de Náutico e Sport que já dispõem de centros de treinamento de alto nível. Ao que parece falta continuidade por parte deles e uma decisão política do Santa Cruz, a maior torcida do estado.

Para encerrar devo dizer que a ascensão dos clubes citados não é uma  obra do acaso e sim uma construção planejada. ainda hei de ver nossos garotos exibindo as camisas dos nossos clubes e não camisas que não nos são intimas.

Um fato deplorável  e  entristecedor que esperamos não assistir  mais, é a presença da torcida nordestina nos estádios torcendo pelos clubes “de fora”. ela deve gritar bem alto: TENHO ORGULHO DE SER NORDESTINO!

 

Consulta: blogsavegnago.com.br/futeboldobrasilModernização estrutural dos clubes cearenses rende resultados positivos – NewsLink (portaldonic.com.br).https://www.terra.com.br/https://diariodonordeste.verdesmares.com.b

Fotografias:https://www.doricoaopobre.com.br;https:

//cearasc.com/noticia;

https://ge.globo.com/ce/futebol/times/fortalezahttps:

//www.correio24horas.com.br

/https://paranaportal.uol.com.br/esporteshttps:

//www.oquetemnanossaestante.com.br;

https://www.cbf.com.br

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