Por: José Nunes; Quando dobrei a esquina da Avenida João Machado no sentido da Rua João Amorim, mudei de lado da calçada para passar em frente da casa onde depositei
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Por: José Nunes; Houve um tempo em que no quintal de minha casa existia um cajueiro, alto e frondoso, que preservei por muitos anos, desfrutava da sombra e colhia frutos.
Por: José Nunes; Uma data marcante para mim é o dia 5 de fevereiro de 1975. Nesta data, minha primeira crônica foi publicada no jornal O Norte. Pouco mais de
Por: José Nunes; Depois de percorrer as apertadas ruas de Olinda, de muitas imagens guardadas de leituras e visitas em redor do Mosteiro de São Bento, meu genro me convidou
Por:José Nunes; Sempre quando passo pela região onde está o plantio de flores no engenho Avarzeado, em Pilões, recordo uma visita realizada na companhia de Gonzaga Rodrigues e seu filho
Por: José Nunes; Quando passava pela Lagoa do Parque Solon de Lucena costumava observar a imponente árvore dando sombra ao busto de Augusto dos Anjos. Era o tempo que carregava
Por: José Nunes; Recorro ao professor Milton Marques Júnior para traduzir uma frase do poeta Cícero, que significa justamente isso: “se ao lado da biblioteca, tens um jardim, nada te
Por: José Nunes; Sabemos que um jornal é lido por muita gente, porque o que ele noticia interessa a algumas pessoas. Mas o assunto de hoje é corriqueiro. Se não
Por: José Nunes; O poeta buscou palavras nos dicionários e as imagens da memória para preparar uma canção à mãe, e por mais que as encontrasse não conseguiu descrever o
Por: José Nunes Cheguei ao local de trabalho numa manhã após o Sol despontar por entre as nuvens cinzas e esparsas, penetrando os galhos das árvores existentes no pátio da